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De salto alto

Não precisa ser um cientista para atestar que um par de sapatos de salto alto pode causar um belo efeito na libido masculina. Mas uma pesquisa sugere que usá-los pode fazer maravilhas na vida sexual feminina também.

Desde sua criação (não há informações de quem foi o precursor) no século 17, foi amplamente usado na corte do rei Luís XIV, da França. Por ser baixinho, adorava sapatos que pudessem deixá-lo mais alto. Apesar disso, o salto ficou de fato conhecido e no reinado seguinte, Luís XV não só levou a fama, como também virou nome de um tipo de salto.

Mas os malefícios deste tão belo fetiche também ficaram famosos. Por exemplo, uma pesquisa feita em 1999 por uma ortopedista especializada em pés e tornozelos, afirma que usar saltos altos reduz a participação do calcanhar na sustentação do corpo, sobrecarregando os dedos. A Dra.Cibele Réssio verificou também: quanto maior a frequência, os pés ficam calejados e podem até mesmo apresentar deformidades ósseas, como a joanete ou os dedos em garra (sem falar nas dores nos pés e pernas).

Porém, como já dizia aquele velho ditado em inglês: No pain, no gain (sem dor, sem ganho) e uma urologista italiana que adora saltos quis achar coisas positivas nesta vestimenta feminina. E conseguiu!

Em fevereiro de 2008, Dra. Maria Cerruto publicou seu estudo na revista European Urology. Saltos altos fortalecem os músculos da zona pélvica e estão diretamente ligados aos músculos do prazer e do orgasmo. Com saltos, se encontram em uma excelente posição, podendo melhorar a força e a capacidade de contrair.

Ok, a parte que chama mais atenção é esta que acabei de citar, mas o estudo também ressalta o benefício à bexiga e ao útero; músculos que se enfraquecem com a gravidez, parto e idade. Pois Dra. Cerruto nos deu a solução mais simples do mundo: simplesmente usar saltos.

Até Manolo Blahnik (designer de sapatos com saltos vertiginosos e amplamente adorado no meio fashion) aplaudiu. Disse que por anos foi assombrado pelos malefícios do salto, de como fazem mal à postura e sempre achou contraditório. Sua mãe usava saltos até os 87 anos e era maravilhosa. O exemplo vivo de que saltos faziam bem.

Mas eu acho que tudo tem um limite. Qualquer salto acima de 9 cm é muita coisa. Você já anda com dificuldade e deixa de ser elegante.

Com tudo isso, pude entender finalmente o porque da preferência do príncipe pela Cinderela (rejeitando as filhas da madrasta): só ela possuía pés e sapatos de salto tão perfeitos que tirariam qualquer um do sério. 

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Quem sabe um dia eu escreva um livro

Sempre me pego contando histórias... Como um velho pescador que volta e meia se vê rodeado de uma molecada para ouvir seus contos. E sempre que começo, meu próprio marido me chama de Forrest Gump, o maior contador de histórias do cinema, aquele que participou de grandes momentos políticos, da história, dançava com Elvis e tudo o mais.

O fato é que comecei a viajar sozinha muito cedo, lá pros confins do mundo, aos 17 anos. E logo na minha primeira noite fora do Brasil, mais precisamente em Tokyo, no Japão, peguei um terremoto, que na época veio a ser o mais forte dos últimos 10 anos.

É óbvio que eu não tinha a menor noção do que estava acontecendo, quando acordei às 4 horas da manhã com o chão tremendo abafado, o prédio rebolando,  o barulho de sirenes e avisos sonoros em japonês. Quando o terremoto atinge determinada magnitude, autofalantes começam a dar direções de como proceder... em japonês, lógico! Eu, na minha ingenuidade adolescente, imaginei que passava naquele momento o trem mais rápido do mundo pela janela da minha casa e que o chão tremia por causa disso. Só me dei conta do que acontecia de fato quando minhas colegas de apartamento apareceram gritando. Me achando muito esperta, preferi não contar aos meus pais, para não preocupá-los, afinal era a primeira vez que saía debaixo das asas deles. Pois bem, não havia internet na época, mas o terremoto mereceu as manchetes dos principais jornais brasileiros e quando liguei no dia seguinte, eles estavam desesperados. E o medo do Big One me fez passar o restante daqueles 3 meses dormindo com uma garrafa de 2 litros de água e um apito ao lado de minha cama. Acabei vivenciando inúmeros mini-terremotos, ao ponto de chegar a achar normal.

São tantas histórias, que é difícil escolher quais eu destacaria, mas os fenômenos naturais acabam sendo mais dramáticos e divertidos ao mesmo tempo.

Na China, por exemplo, fui apresentada ao  Tufão, irmão gêmeo do Furacão. A única diferença entre eles é a localização geográfica, pois o irmão mais famoso fica nos Estados Unidos (entre outros lugares). A população é alertada da chegada do tufão e orientada a não sair de casa no dia seguinte. Uma espécie de feriado. O prenúncio da sua chegada são chuvas e ventos fortes. Mesmo assim, na noite anterior, eu e uns amigos fomos jantar fora. Ruas desertas, maioria das lojas fechadas, muita chuva fina.  Ventava tanto,  que o guarda-chuva não tinha serventia alguma, pois virava do avesso. O negócio é que quando se tem 17 anos,  você é onipotente e inconsequente. E os anjos da guarda vêm de turminha pra dar conta dos riscos a que se expõe. Jantar fora num clima desses? Conseguimos retornar rapidamente ao hotel e no dia seguinte andava pelas ruas consternada com a cenas que via. Carros virados, árvores arrancadas com as raízes para o alto, placas no chão e as pessoas começando a recolher a sujeira.

A verdade é que a China rendeu muitas histórias. As refeições no trabalho com surpresas no molho de tomate “olhando” pra mim. Parzinhos de olhos, acho que de peixe, acebolados e molho vermelho. Blargh! É, eu tinha que ir ao restaurante momentos antes do furacão chegar mesmo.

Um outro momento “Forrest Gump” que tenho, se passa em Hong Kong. Tive que ir pra lá algumas vezes para renovar o visto de Taiwan. Hong Kong foi cedida aos britânicos em 1841, e em 01 de julho de 1997 voltava a pertencer à China. E adivinha em que data eu tinha que renovar o visto? Minha mãe gritava desesperada ao telefone para sair dali, pois não se sabia o que podia acontecer quando o país voltasse ao domínio da China. Eu via helicópteros do exército sobrevoando a cidade, homens fardados pelas estações de trem e ferrys, mas não imaginava nada grave para meu destino. O pânico da minha mãe se encarregou de me convencer a sair dali na véspera, lamentando perder o momento histórico.

Mesmo depois dos 35 continuei deixando meus pais desesperados. Depois de muitos anos sossegada, resolvi, do nada, mergulhar com tubarão tigre na África do Sul, sem gaiola. Coitada da minha mãe. Nem contei que enquanto esperava a atração principal, uns 30 tubarões–de-galha-preta rodeavam o território curiosos e com o nervosismo de um pinscher, nem que um amigo foi sacudido como uma boneca de pano por um deles, por ter deixado as mangueiras do equipamento soltas. Mas eu tinha que mandar notícias para os meus pais depois de cada mergulho, todos os dias, para falar que estava bem. Minha mãe chorava todas as vezes, tadinha.

Quando  eu ficar velhinha, vou ser daquelas que ficam rodeadas de crianças contando seus “causos”. Quem sabe um dia eu escreva um livro.

 

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E agora? Pra onde correr?

 Texto publicado na revista de bordo da Avianca 27De tempos em tempos somos surpreendidos por um estudo novo que grita em todos os jornais para mudarmos radicalmente nosso comportamento ou morreremos em breve. Uma hora não pode comer ovo por causa do colesterol, outra hora o ovo está liberado. Uma hora o esporte mata, na outra, o sedentarismo. No fim, no que devemos acreditar?

O último desses estudos, publicado pela revista médica Lancet e divulgado a poucos dias do início da Olimpíadas de Londres, diz que o sedentarismo mata tanto quanto o tabagismo e que o assunto é tão grave, que deve ser tratado como uma pandemia mundial. Uma em cada dez mortes no mundo é causada pelo sedentarismo, o que torna qualquer um vítima em potencial. Pode notar, tem gente que pega o elevador para ir ao segundo andar. Motoristas querem estacionar em frente ao local de trabalho ou onde farão compras. Chegam a parar em vagas de idosos ou de deficientes físicos. Não andam um quarteirão sequer. Passam o dia sentados no computador e pulam refeições por falta de tempo. Você não se encaixaria no grupo de risco? Consegue contar quantos conhecidos seus se encaixariam no perfil? Não, né?

Entre os problemas desenvolvidos pelos sedentários estão os cardíacos, câncer de mama, de cólon e diabetes. Os pesquisadores também comprovaram que o sedentarismo aumenta com a idade, é maior entre as mulheres e predomina em países ricos. Que “sorte” a minha…

Para esta equipe de 33 pesquisadores vindos de centros de vários países, incluindo o Brasil, a expectativa de vida da população mundial aumentaria em 0,7 anos caso o sedentarismo fosse completamente banido. Só que é pura utopia acreditar que seria banido mundialmente. Em uma realidade provável, reduzir o sedentarismo em 10% pode eliminar mais de 500.000 mortes por ano. E num outro estudo feito pela Pennington Biomedical Research Center, limitar o tempo que passamos sentados a apenas três horas por dia poderia adicionar 2 anos à nossa expectativa de vida. Seguindo esse princípio, restringir o tempo que passamos em frente à TV a 2 horas por dia, poderia acrescentar 1,3 anos à nossa expectativa de vida. Eu diria que já é um bom começo, não?

Pois é, a confusão se estabelece quando tomamos conhecimento de outros estudos e estes, contradizem-se entre si. Nessas horas chego a pensar que a ignorância é, mesmo, mãe da felicidade.

A frase “Esporte é saúde” foi diretamente confrontada pelo médico José Róiz no livro ”Esporte mata”. O doutor diz coisas corajosas nessa época de culto ao corpo. Não foi escrito com intenção sensacionalista ou de causar polêmica, apesar de ter gerado tudo isso, sendo retirado de circulação sem maiores explicações. Trata-se de um filósofo da medicina que descobre novos conhecimentos a partir da observação de si e dos outros. E o que ele prega são coisas simples: andar é melhor que correr e dançar é melhor que andar, mas o esporte faz mal à saúde, envelhece e mata. Róiz afirma que o doutor Cooper, com a sua coopermania, matou mais gente que Hitler. Segundo o livro, os esportes exagerados causam infartos, sendo a pior das práticas esportivas a natação. Se formos buscar um histórico, veja Ricardo Prado, por exemplo, medalhista olímpico de natação, com pouca idade já fez 3 pontes de safena, 2 mamárias e passou por um infarto. Coincidência? Sem falar nos acidentes. Quantos outros atletas não sofreram alguma coisa durante o exercício, jogadores tendo infarto em campo, paraquedista é atropelado por avião, jogador de basquete atingido pela tabela na enterrada. No esporte, existem sempre variáveis que não são passíveis de controle do esportista. O mar não pode ser controlado pelo surfista, o comportamento violento de um jogador em campo também não é controlável. O que se deve fazer é analisar os perigos daquela prática esportiva e fazer o melhor para neutralizar os fatores de risco.

Para o Dr. José Róiz, a humanidade se divide em dois grupos: os longevos e os não-longevos (grande maioria). Nos longevos, que vivem mais, a insulina (que limpa o sangue) predomina sobre o glicocorticóide (cuja atividade é impedir a ação da insulina), um dos hormônios do estresse. Nos não-longevos, acontece o contrário. E num momento de grande esforço físico ou muscular, o glicocorticóide sobe, diminui a insulina e o excesso de “sujeiras” como ácido úrico, glicose e colesterol aumentam no sangue, causam o espessamento das artérias, diminuindo a nutrição do coração, que se obstrui e constitui o infarto. Para ele, o esporte só não mata longevo, mas a maioria das pessoas está sujeita a ser faturada por ele, principalmente nessa época agitada em que vivemos. Atualmente há mais estresse do que há 50 anos, isto é, a produção de glicocorticóide está aumentada na maioria das pessoas, independente da prática de qualquer esporte.

Tudo bem, existe uma boa diferença entre atividade física e esporte. E o ideal, sempre, é o meio termo. Nem tanto ao céu, nem tanto à Terra. A atividade física moderada sempre será benéfica. Isso inclui caminhada, andar de bicicleta e tudo aquilo para o qual nosso corpo está adaptado.

Eu adoraria dizer que ler é esporte, já que pratico regularmente. Ou sugerir o pebolim, imagino que seja um esporte. E sem ser politicamente correta, para hidratar, um chopinho, pois me disseram que ficar com sede é ruim. É uma pena, pois a origem da palavra “esporte” vem do francês, do verbo desporter, que quer dizer: divertir-se, distrair-se, literalmente levar embora, retirar – no sentido de desviar a mente dos assuntos sérios. Tinha uma essência bem diferente, da mais pura e simples diversão. Parecia um mundo melhor, não?

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A História por trás do Réveillon

A virada do ano é o momento certo para se divertir com superstições inocentes, como vestir roupa nova, pular sete ondas e comer lentilhas. Que atire a primeira pedra aquele que não possui superstição alguma ou que nunca, nunquinha, fez uma simpatia sequer para garantir um bom Ano Novo. Hoje em dia, apesar da grande maioria ainda preferir usar branco, não existem regras fixas, tanto que cada parte do mundo tem seus costumes.

Na China, por exemplo, no Réveillon usa-se a cor preta para dar sorte e nunca comem o peixe inteiro. A sobra representa a abundância do ano que chega e, cá entre nós, além de saudável e pouco calórico, tem a fama de trazer boa sorte. Por viver na água, sua imagem é ligada à idéia de purificação, à fecundidade, abundância por produzir um grande número de ovas e ainda representa a união da família, já que não é um animal solitário. E na Letônia e Rússia, as escamas maiores e mais bonitas são dadas às pessoas queridas para trazer sorte. Ok, Thanks, but no, thanks!

Se as “mandingas” , ops, simpatias não ajudarem, atrapalhar também não vão! Em 2.000 a.C. já se comemorava o Ano Novo na Babilônia (Mesopotâmia), sempre com rituais especiais associados à idéia de esperança e recomeço. Não vamos entrar no mérito dos rituais que eram realizados com sacrifícios oferecidos como alimento aos deuses em templos. Já passamos desta fase.

By the way, na Índia são atirados na fogueira objetos que representam impurezas e doenças. Para quem sabe assim, erradicar as coisas ruins do ano anterior.

Vestir uma peça de roupa nova faz parte dos hábitos ocidentais e orientais. Pelo menos a roupa íntima, assunto mais que batido, traz sorte e alegria nas mais diversas crenças. Na Malásia, as roupas devem ser novas dos pés à cabeça e a escolha das cores depende dos objetivos do próximo ano. Vermelho, simbolizando a cor do sangue e a energia do fogo, atrai força, vitalidade e agilidade (além de simbolizar as cores do amor e paixão). O amarelo, para nós, é dinheiro. Porém, para os malaios simboliza amor-próprio e autoconfiança. E para eles, a cor está entre o divino e o profano.

O branco é indiscutivelmente a cor divina, ligado à idéia de pureza e integridade. No Réveillon ilumina os caminhos, torna as coisas mais fáceis e atrai paz.

Entra ano, sai ano, hábitos milenares resistem ao tempo. Para os supersticiosos é terminantemente proibido comer galinha, peru, siri e caranguejo. São animais que ciscam, andam para trás ou de lado. E ninguém quer andar para trás em uma etapa que se começa. No entanto, leitão, carneiro e peixes são os mais indicados. Andam sempre para frente e geram muitos filhotes.

Em nosso querido país tupiniquim misturamos um pouquinho de cada cultura, sempre com altíssimo astral. Banhos de espumantes, pétalas de rosas, sal grosso (sempre do pescoço para baixo) são os rituais de limpeza. Pular as sete ondas (básico), notas de dinheiro dentro do sapato. E caso não esteja à beira-mar, pular de uma cadeira no momento da virada do ano... Dinheiro, dinheiro, dinheiro!

Ainda temos as frutas e grãos! Comer doze uvas ou chupar sementes de romãs no badalar dos sinos e guardá-las na carteira. Vale também lentilhas ou saladas com sete frutas diferentes. Beijar alguém do sexo desejado para garantir um grande amor ou manter o que se tem. Por que não?

Agora... Vocês sabem o motivo dos fogos de artifício? Seu barulho (espetáculo de luzes à parte) “espanta” os maus espíritos.

E fazendo minhas, as palavras da jornalista Nina Horta em uma crônica antiga: “Calma, que muita água te espera. Comporte-se como um golfinho feliz e esqueça todas essas receitas antigas de sua mãe ou avó. Isto é só para os poucos, os muito poucos que não sabem nadar”.

Siga seu coração e Happy New Year!

Bibliografia: Feliz Ano Novo! Faça tudo para consegui-lo. Editora Cultrix. Autora: Maria Eugênia S.

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Homens Infiéis têm maior chance de ter um ataque cardíaco

É, parece que a traição realmente faz mal para o coração, em mais de uma maneira. Um estudo italiano feito pela Universidade de Florença sobre ataques cardíacos chegou à polêmica conclusão de que homens com relações extraconjugais têm mais tendência a sofrer uma morte súbita.

Todas as mulheres com quem comentei esta pesquisa reagiram. Deram um sorrisinho à la Monalisa nos lábios ao saber da notícia. Afinal, o maior pesadelo de qualquer relação é uma traição. E aí não estamos falando de medos femininos ou masculinos.

O estudo foi publicado no The Journal of Sexual Medicine e, apesar das piadas e brincadeiras, revela que o estereótipo do homem de meia-idade que bate as botas enquanto desfruta de momentos íntimos com uma moçoila que não seja sua esposa tem um quê de verdade. A Universidade de Goethe na Alemanha também fez um estudo parecido. No ano de 2006, 68 homens tiveram a morte súbita relacionada ao sexo. Apenas 10 deles estavam com sua parceira fixa. É de se pensar, não? E não parou por aí. Um patologista japonês também fez esta associação. De 34 homens que morreram durante o ato, 80% deles mantinham relações extraconjugais. Só que o estudo italiano, para chegar a essa conclusão, estudou 1.700 pacientes do século masculino. E chegou a este mesmo fim.

A abordagem do estudo era simplesmente sobre ataque cardíaco, analisando a frequência e contexto em que ele ocorre, sendo relativamente mais raro no histórico dos homens que mantinham relações sexuais somente com suas esposas. Eles não foram muito profundos com a correlação entre a traição em si e o ataque cardíaco, mas combinaram uma série de situações que colocavam o traidor e o enfartado juntos.

Os pesquisadores da Universidade de Florença chegaram à conclusão, entre outras coisas, de que a quantidade de homens que traem em algum ponto da vida, é de 15 a 50%. E que 4% deles têm pelo menos um affair todos os anos. As razões propícias a favorecer essas relações fora de casa são brigas, uma recém paternidade, altos níveis de testosterona no organismo, dentre outros. Mas o fato é que o sexo extraconjugal pode ter seus próprios riscos. A amante pode ser muito mais jovem, o sexo pode ser acompanhado de bebida ou comida em excesso, elevando os batimentos cardíacos, a pressão sanguínea e a ansiedade, fazendo dele uma panela de pressão humana, pronta para explodir a qualquer momento.

O estudo mexe com um assunto delicado. As definições de traição variam nas culturas, religiões e até juridicamente. Mas a infidelidade conjugal é ainda associada na maioria das sociedades como um estigma. O tema é realmente complexo e os próprios pesquisadores afirmam que as consequências são  subestimadas.

Uma constatação curiosa, é que as viúvas traídas ficam satisfeitas num nível cármico com a morte de seus esposos. Sim, seria hilário se não fosse tão trágico para as viúvas. Descobriram também que os homens que traem são mais saudáveis que os monogâmicos, em geral. Porém, a culpa que esses traidores carregam por manter uma relação fora do casamento é o que contribui para esta situação ser fatal. Especialmente os que ainda amam suas esposas.

"Enganar uma mulher sexualmente disponível e envolvida poderia despertar mais sensação de culpa, o que aumenta o risco cardiovascular", conclui o estudo. Então, Watch out, boys! E para aqueles que defendem a traição masculina, que acham normal o homem poder amar duas mulheres ao mesmo tempo, que venha a culpa! E o diabo que os carregue!

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Avianca em Revista - Abril/2013

Acabou de sair do forno a edição de abril da revista de bordo da Avianca. Abaixo você pode conferir meu artigo "Abril dos bobos é de César", publicado na seção "Ponto de Vista".

Espero sua opinião! 

Avianca em Revista Ed.33

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Avianca em Revista - Janeiro/2013

Na primeira edição de 2013 da revista de bordo da Avianca, na matéria para a coluna "Ponto de Vista", conto sobre os hábitos de viajem de mulheres e homens baseados numa pesquisa divulgada pelo "The Wall Street Journal", e que aponta que eles vêm mesmo de planetas diferentes. Confira abaixo. É só clicar na revista e dar um zoom na matéria para conseguir ler!

Aguardo sua opinião! Bjs

Avianca em Revista Ed.30
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Avianca em Revista - Março/2013

Na edição de Março da revista de bordo da Avianca, na matéria "Essa Metamorfose Ambulante", faço uma análise rápida e curta sobre a capacidade de adaptação do ser humano, necessária para dar conta da quantidade tão grande de problemas e responsabilidades que administramos nos dias de hoje. É só clicar na revista para conseguir ler!

Aguardo seu comentário!

Avianca em Revista Ed.32

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